Não tinha limite. Era uma avalanche de chocolate, uma overdose de sorvete e meia tonelada de hamburguer com batata frita. Foda-se! Comia mesmo, com gosto e sem culpa. De repente aquela camiseta bacana ficou meio apertada. Droga! Maldito metabolismo, malditas calorias. Ontem no mercado foi um basta. Sopas instantâneas de baixa caloria e nada de chocolate. Hoje no verdurão me acabei nas frutas. E nada de chocolate. Nada. Mas tudo bem. Almocei normal, levei umas bolachinhas que não comi e na janta tomei uma sopa artificial de champignon, comi meio papaya, um kiwi e uma ameixa. Detesto dieta.
3.11.09
Di Etta
Não tinha limite. Era uma avalanche de chocolate, uma overdose de sorvete e meia tonelada de hamburguer com batata frita. Foda-se! Comia mesmo, com gosto e sem culpa. De repente aquela camiseta bacana ficou meio apertada. Droga! Maldito metabolismo, malditas calorias. Ontem no mercado foi um basta. Sopas instantâneas de baixa caloria e nada de chocolate. Hoje no verdurão me acabei nas frutas. E nada de chocolate. Nada. Mas tudo bem. Almocei normal, levei umas bolachinhas que não comi e na janta tomei uma sopa artificial de champignon, comi meio papaya, um kiwi e uma ameixa. Detesto dieta.
2.11.09
26.10.09
Aquela segunda
Eu sempre quis ter uma história legal pra contar, sabe. Imagina que chato dizer "ah, a gente se conheceu na fila do pão" ou "não lembro direito, estava muito bêbado na hora". Não, nada disso. A gente se encontrou a primeira vez na pista de dança e eu simplesmente não dei a mínima. "Você é amigo da...". Aham. Eu estava de mau humor e um aham já era mais do que eu podia oferecer naquele momento. Alguns meses depois eu tinha entrado pra aula de dança contemporânea, nem sei bem o porquê. Fazia aos sábados à tarde, talvez só pra relaxar da chatisse do meu segunda-à-sexta. Mas pra acabar com a minha não-rotina do fim de semana, o professor precisou viajar e me pediu pra ir às aulas no meio da semana. Detesto conhecer gente nova, detesto mudanças que eu não tenha planejado, mas mesmo assim fui. Dia novo, horário novo e, claro, gente nova. Oi, tudo bem, sou novo aqui. Olá. Oi. Tudo bem? Faço aula aos sábados. Não, só vou vir por algumas semanas. De repente um abraço forte e caloroso de alguém que eu achei que nunca tinha visto na vida. Err... oi. As pessoas realmente são calorosas por aqui, pensei. Não reconheci de cara, novo corte de cabelo, luz natural, nada de música alta, nem gente bêbada ou pouca luminosidade. Mas daí veio o clique. Uou! A partir dali foram oranges, risadas, jequices, beijos, eventuais bebedeiras com direito a vômito e um "sai daqui que não quero que você me veja desse jeito". Claro que não sai. E já faz um tempo isso. Alguns bons meses pra ser mais exato. Ok, já foram dois reveillons, quase indo para o terceiro. Há seis meses estamos nesse apartamento, no quinto andar. Um apartamento bem pequeno, um quarto-e-sala. Claro, tem cozinha e banheiro. Sim, a gente briga de vez em quando. E faz as pazes. E sai da rotina. E bebe no bar aqui da quadra. Já até fizemos amizade com a moça que fica no caixa, vamos ao verdurão comprar maçãs do senninha e na padaria aqui perto vende aqueles cigarros mentolados que são difíceis de encontrar. Que bom que fui à aula naquela segunda-feira.
19.10.09
Jardã de Marambaia
Nunca tive dedos verdes. Gosto de plantas, mas não entendo muito bem. Ok, molho de vez em quando, converso, tiro as folhas secas, mudo de lugar (aliás, nunca entendi direito esse negócio de mudar a planta de lugar). A varanda aqui de casa é bem pequena, mas tem tanta planta. Samambaias, cactos, marias-sem-vergonha, uma vênus flytrap que está meio mal e, claro, várias dessa suculenta da foto. Nunca me imaginei cuidando de plantas, mas na mudança meus pais me trouxeram um monte, depois compramos mais outras e agora aqui do lado já tem quase uma florestinha.
18.10.09
Cigas

Nessa época tudo vai muito bem. O clima fica mais ameno, as amoras dão as caras, os ipês já floresceram e chove de vez em quando. E eu adoro o barulho das cigarras nas árvores. Veja bem, nas árvores. Simplesmente detesto quando uma chega até o quinto andar, entra na sala sem nem pedir licença e vem aqui me azucrinar, perdida. Hoje foi um desses dias. Eu, os livros e a cigarra. Pedi pra ela ir embora. Até falei alto. Nada. Insisti, sem sucesso. Então tive de pegá-la - e quero deixar claro que ela não facilitou nada minha vida, fez barulho e se rebateu. Coloquei-a na varanda e fechei a porta. Claro, me despedi. Mas antes tirei duas fotos da colega.17.10.09
Vamos abrir um café?
Meus olhos ardem. Meu dia começou umas sete da manhã e terminou quase onze da noite. Cheguei em casa quase duas da manhã. E essa prova? O que eu quero provar com essa merda toda? Preciso disso tudo? Bem, estou aqui depois de algumas latinhas, sozinho em casa. Bjork canta ali no som. Um jazz naquela língua doida dela. Só penso na prova. E o que eu quero provar? Nada. Preciso de mais cerveja. Não tenho nada a ver com isso tudo. Tudo bem por enquanto, mas e depois? Depois eu penso nisso... Ele dança longe. Eu sorrio daqui. Saudades. A casa fica gigantesca quando a gente está sozinho. Pensei até num MBA, acredita? Quem sabe eu vire um CEO. Ou quem sabe um FDP? Sei lá. Perdido. Até achei que tenho DDA. Talvez seja só TOC. Ok, detesto oito às doze, catorze às dezoito. E não quero mais saber de lançamento, anulatória, repetição de indébito, ISS, IOF, ITBI, isenção heterônoma. E nada de rodovias, concessões e pedágios, por favor. Vamos abrir um café? Preciso de mais cerveja.
16.10.09
Visitas
Sempre temos visitas por aqui. Outro dia veio um beija-flor, ficou ali alguns minutos, viu que não tinha muitas flores e foi embora. Teve também uns cinco periquitos que adoraram uma caixinha pendurada e ficaram fazendo um barulhão. O mais raro foi uma tesourinha com aquela cauda enorme. E esse passarinho foi o único que consegui fotografar.15.10.09
14.10.09
13.10.09
Diamantes
Precisava de um novo computador. Não entendo de configurações, softwares ou qualquer outra coisa do tipo, então resolvi comprar um simples, sem muitas frescura. Mas falta alguma coisa. Bem, diamantes são os melhores amigos de todo mundo, não só de algumas garotas e, além disso, eu ainda tenho quilômetros de vinil guardado que sempre me servem para inventar algumas geringonças. E agora tenho um diamante que deixa o tal computador mais charmoso, além de esconder o logo do fabricante, pois não ando com vontade de fazer propaganda gratuita por aí...
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